Perguntas sobre reavivamento – 4

Publicado em 08/02/2014 por Matheus Cardoso como Espiritualidade, Igreja
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O que é a identidade adventista e como preservá-la?

“Deus terá sobre a Terra um povo que mantenha a Bíblia, e a Bíblia somente, como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas. As opiniões de homens ilustres, as deduções da ciência, os credos ou decisões dos concílios eclesiásticos, tão numerosos e discordantes como são as igrejas que representam, a voz da maioria – nenhuma dessas coisas, nem todas em conjunto, deveriam ser consideradas como prova em favor ou contra qualquer ponto de fé religiosa. Antes de aceitar qualquer doutrina ou preceito, devemos pedir em seu apoio um claro ‘Assim diz o Senhor’” (O grande conflito, p. 595).

“Em Minneapolis [na assembleia de 1888], Deus concedeu preciosos tesouros da verdade ao Seu povo. Mas essa luz do Céu enviada a algumas pessoas foi rejeitada com toda a resistência que os judeus manifestaram ao rejeitar a Cristo, havendo muita discussão em torno da defesa dos antigos marcos. Ficou evidente, porém, que nada sabiam sobre o que eram os antigos marcos. […] Decidiram que seria um perigoso erro remover os ‘marcos antigos’, quando não se estava removendo nada além das ideias errôneas do que constituíam os antigos marcos.

“[Quais, então, são os verdadeiros marcos antigos, os fundamentos da mensagem adventista?] O passar do tempo em 1844 foi um período de grandes acontecimentos, expondo ao nosso admirado olhar a purificação do santuário que ocorre no Céu, e tendo clara relação com o povo de Deus na Terra, e com as mensagens do primeiro, do segundo e do terceiro anjos [Ap 14:6-12], revelando o estandarte em que havia a inscrição: ‘Os mandamentos de Deus e a fé de Jesus’ (Ap 14:12). Um dos marcos dessa mensagem era o templo de Deus, visto no Céu por Seu povo que ama a verdade, e a arca, que contém a lei de Deus. A luz do sábado do quarto mandamento lançava os seus fortes raios no caminho dos transgressores da lei de Deus. A não imortalidade dos ímpios é um marco antigo. Não consigo lembrar-me de alguma outra coisa que possa ser colocada na categoria dos antigos marcos. Todo esse rumor sobre a mudança do que não deveria ser mudado é puramente imaginário. […]

“A obra para este tempo certamente tem surpreendido a muitos com seus vários obstáculos, por causa das falsidades apresentadas à mente de muitos dentre nosso povo. O que seria alimento à igreja é considerado perigoso e impróprio para lhe ser dado. Essa pequena diferença de ideias é permitida para debilitar a fé, causar apostasia, quebrar a unidade, semear discórdia, tudo por não saberem pelo quê estão lutando. Irmãos, não é muito melhor desenvolver a sensibilidade às coisas espirituais? O Céu olha para nós, e o que poderia pensar a respeito dos recentes avanços? Na atual condição, construir barreiras não somente nos priva das preciosas vantagens da grande luz, mas justamente agora, quando tanto precisamos, colocamo-nos onde a luz não pode ser comunicada do Céu para que a possamos levá-la a outros” (O outro poder: conselhos aos escritores e editores, p. 30-31).

“Os últimos raios da luz misericordiosa, a última mensagem de graça a ser dada ao mundo, é uma revelação do caráter do amor divino” (Parábolas de Jesus, p. 415).

“Vários me escreveram, perguntando se a mensagem da justificação pela fé é a mensagem do terceiro anjo, e tenho respondido: ‘É verdadeiramente a mensagem do terceiro anjo’” (Mensagens escolhidas, v. 1, p. 372).

“De todos os professos cristãos, os adventistas do sétimo dia devem ser os primeiros a exaltar a Cristo perante o mundo” (Obreiros evangélicos, p. 156).

“Um interesse predominará, um assunto absorverá todos os outros – Cristo, justiça nossa” (Filhos e filhas de Deus, p. 259).